
A Itapema que você conhece hoje não será a mesma amanhã. O desenvolvimento é tão rápido que você esquece de olhar para o passado. A correria não da espaço para conversar com quem chegou aqui antes de do túrismo, das construções. Em 50 anos, Itapema mudou muito, mas, para projetar o seu futuro, precisamos entender como o presente se desenhou. Foi para contar essa trajetória que o Grupo CRI criou Do Passado para o Futuro, uma série em vídeo que viaja no tempo pelas regiões de Itapema e Porto Belo. A primeira parada é o Canto da Praia.
Por que a CRI criou a série
O que existe hoje no litoral de Itapema não aconteceu por acaso. Por trás de cada rua, de cada prédio e de cada vista para o mar, existe uma história de transformação, e conhecê-la ajuda a entender o valor de uma região e para onde ela está indo.
A série foi idealizada por Jesiel Bento, sócio-fundador e diretor comercial do Grupo CRI. A proposta é que moradores, clientes e investidores vejam de onde a região veio, onde está hoje e o que o próximo capítulo reserva, um capítulo que já está sendo planejado.
Para contar essa história, a série se inspira em De Volta para o Futuro, filme que marcou a vida de boa parte do público da empresa, que em sua maioria, é 45+. A referência traz um lado lúdico e nostálgico ao tema: em vez de números e gráficos, quem assiste embarca numa viagem no tempo e vê com os próprios olhos o que a região foi, o que já é e o que ainda vai se tornar.
A série começa com uma trilogia sobre o Canto da Praia, em três tempos: 1975, os dias de hoje e 2035. Depois, segue para outras regiões de Itapema e Porto Belo.
1975: quando o Canto da Praia era uma vila de pescadores

Em 1975, o Canto da Praia era terra bruta, cercada de mar e morro. Itapema tinha apenas 13 anos como município, e o mercado imobiliário da região praticamente não existia.
A história, porém, é bem mais antiga. A partir de meados do século XVIII, povoadores açorianos chegaram pela baía de Porto Belo e se estabeleceram na região, que então se chamava Tapera. A vida girava em torno da pesca e do plantio da mandioca.
O próprio nome da cidade nasceu ali perto. Segundo a Câmara de Vereadores, “Itapema” faria referência às aves marinhas que passavam em bando pelos costões do caminho entre o Canto da Praia e a Praia Grossa. A mudança de Tapera para Itapema veio em 1912, a pedido dos moradores, e a emancipação de Porto Belo, em 1962.
O Canto se firmou como reduto dos pescadores. O arrastão, que por muitos anos garantiu o sustento das famílias, ainda acontece na orla do bairro.
Hoje: um dos endereços mais valorizados do litoral catarinense
Cinco décadas depois, o Canto da Praia faz parte de uma das cidades mais valorizadas do país. Itapema é hoje vice-líder nacional no Índice FipeZap, com alta de 114% no valor do metro quadrado em cinco anos.
A virada começou nos anos 1980, quando o turismo e a construção civil transformaram a cidade, principalmente na Meia Praia e no Centro. O Canto seguiu outro ritmo e preservou o que o tornou único: o mar calmo, os barcos de pesca, o arrastão e a estátua O Pescador, doada à Colônia de Pescadores Z-19 em 1994.
Hoje, o bairro vive um contraste raro. Residências de alto padrão convivem com as casas dos pescadores, e novos empreendimentos dividem a paisagem com o Mirante do Encanto, um dos cartões-postais de Itapema.
2035: o que vem aí
Em 1975, ninguém tinha como prever o que o Canto da Praia se tornaria. Hoje é diferente: o planejamento da cidade mostra o caminho com antecedência.
O Master Plan da região e os novos equipamentos turísticos previstos apontam para um Canto ainda mais integrado ao turismo e ao alto padrão. Entre eles está o projeto de uma marina pública no bairro, com cerca de 400 vagas para embarcações, em modelo de Parceria Público-Privada. A proposta é consolidar Itapema como polo de turismo náutico, com movimento ao longo de todo o ano.
Novos empreendimentos também acompanham esse movimento. Entre eles estão o Targan e o Brise, projetos âncora que chegam ao Canto da Praia e são comercializados pelo Grupo CRI.
O que isso significa para quem mora ou investe
Entender o passado de uma região é a melhor forma de enxergar o seu futuro. O Canto da Praia mostra isso na prática: a mesma orla que em 1975 era uma vila de pescadores se tornou parte de um dos mercados mais valorizados do país.
“Quem viu o Canto da Praia há 50 anos dificilmente imaginaria o que ele se tornou. A diferença é que hoje não é preciso adivinhar: o planejamento da cidade já mostra para onde a região vai. Quem conhece essa história toma decisões melhores.”
Jesiel Bento, sócio-fundador e diretor comercial do Grupo CRI
Para quem pensa em morar no Canto, conhecer essa trajetória é entender o que torna o bairro único: a tranquilidade e a tradição que resistiram ao crescimento. Para quem pensa em investir, é enxergar que a transformação não terminou e que os próximos anos já têm direção.
Assista ao primeiro episódio
No episódio de estreia, De Volta para Quando Eu Devia Ter Comprado, Jesiel volta ao Canto da Praia de 1975 para ver como tudo começou.

Os próximos episódios mostram o Canto de hoje e o de 2035. Depois, a viagem continua por outras regiões de Itapema e Porto Belo.